segunda-feira, 31 de maio de 2010

Quando vejo o vento

Quando vejo o vento a brincar com as dunas,
penso que está vivo como os peixes.
Gosto de sentir o vento a bater na cara,
Ágil como um tigre,
Veloz como um carro de corrida.
De vez em quando atraca no seu porto
E pára de soprar na minha cara.
Às vezes está frio,
Outras agitado, forte e calmo.
Sento-me na minha rede a baloiçar com o vento,
A areia a voar com o soprar do ar,
E quando saio da praia,
O vento despede-se amigavelmente.


Autores: José Raul e Diogo

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Direito à imagem

DIREITO À IMAGEM (Artigo 79º)
Artigo 79.º (Direito à imagem)1- O retrato de uma pessoa não pode ser exposto, reproduzido ou lançado no comércio sem o consentimento dela; depois da morte da pessoa retratada, a autorização compete às pessoas designadas no n.º2 do artigo 71.º, segundo a ordem nele indicada.2- Não é necessário o consentimento da pessoa retratada quando assim o justifiquem a sua notoriedade, o cargo que desempenhe, exigências de polícia ou de justiça, finalidades científicas, didácticas ou culturais, ou quando a reprodução da imagem vier enquadrada na de lugares públicos, ou na de factos de interesse público ou que hajam decorrido publicamente.3- O retrato não pode, porém, ser reproduzido, exposto ou lançado no comércio, se do facto resultar prejuízo para a honra, reputação ou simples decoro da pessoa retratada.in
http://www.aacs.pt/legislacao/codigo_civil.htm